domingo, 9 de agosto de 2009

"Tinha uma pedra no meio do caminho" e uma postagem mal feita (e mais uma metáfora para problemas?)

Tinha uma salsinha entre dois dentes.
Tinha uma postagem para ser escrita.
Sobre?
Sobre o incômodo em suas mais variadas manifestações.
O meu incômodo é não concluir uma postagem decente há voltas de ponteiros de relógio.

Aos despensadores: as minhas desculpas e a pergunta:
O que está a incomodar?
Ok, a salsinha, sim, fato, mas queria outra coisa...

(Para as salsinhas: fio dental. Palitar dentes nunca é suficiente)

domingo, 21 de junho de 2009

"A Humanidade é Desumana[...]"

Indivíduos tiraram, da canção, a frase, e não souberam transformar o Des em H.
Há uma exposição bem interessante acontecendo em todo o planeta: a frase que deu título à postagem está escrita caprichosamente em testas de formatos, tamanhos e cores variados. Porém, só em testas.
- E o que é ser um humano sem o Des?
- É deixar de exibir testas bem escritas e ornadas de orgulhos. Começando por ter o mínimo de consideração (olhem só que grande e clichê passo) pelo sentimento humano; colocar-se no lugar de outrem, agindo como um humano.
- E como age um humano?
- Estão aí os dois pontos: Distorce valores por egoísmo."[...] Mas ainda temos chance[...]".

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Tanto! Muito! Demasiado!

Eu não me importo (tanto).
Tanto importam-se muitos: sem parênteses, no começo de frase, letra maiúscula, com ênfase e berrando.
E quem não se importa (tanto) é ("claro") o alheio à normalidade.

Eu não me importo mesmo, con(tanto) que não fira ninguém.

sábado, 6 de junho de 2009

Escassez em 6 versos / 1 estrofe(?)

Há tempos não escrevo.
Não escrevo não por que o tempo existe,
mas porque me falta do que existe dele para polir as palavras.
E na brevidade do tempo (que já se vai eternamente) deixo-lhes/ (vou-me)
seis versos / uma estrofe.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Até Que Ponto O Ponto É Ponto

O ponto é ponto até o ponto que não deixa de sê-lo. Até que ninguém ou coisa nenhuma nos diga que o ponto, na verdade, é a infinidade de possibilidades que, no começo, podem parecer pequenas como o próprio ponto, mas que levam à retas e curvas feitas das mais diversas cores e inclinações. O ponto, meus caros, é caminho a ser traçado, é disto que tudo é feito e nunca do mesmo jeito. É aquilo que finaliza e dá continuidade ao mesmo tempo, por exemplo: que eu termine o texto agora. (Você reflete)

(por R.A.L.)

O ponto DesPensante. (Não finda)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A Poluição (em muitos sentidos)

Durante a estada na minha cidade natal, a Terra da Garoa, carinhosamente chamada por mim de Caótica da Garoa, conhecida pela maior parte das pessoas pelo nome São Paulo (que de sã não tem muito), eu vi, pintado de verde (ou preto, não me lembro da cor), ali no meio do cinza do caos daquela cidade, a frase, em letras garrafais, no meu caso, aqui reproduzindo, em Caps Lock: "PARAEN CON A POLUIÇÃO".
Eu pensei (porque é de praxe pensar, creio) primeiramente sobre aquecimento global e as doenças agravadas por causa do ar poluído etc.; "uau", cogitei, "um pichador com consciência ecológica". Porém, um pensamento mais profundo me tomou: Pichação = poluição visual, "paraen con" = poluição ortográfica, enfim, paremos, sim, com a poluição nos seus mais variados sentidos, caros des/pensadores.